
Objeto utilizado como troféu de combate.
Jívaro (Equador).
Museu do Índio é uma instituição governamental que se coloca a serviço da sociedade a partir de uma proposta de trabalho baseada na parceria com os povos indígenas.
A preservação de suas tradições e o respeito pela diversidade étnica são elementos essenciais para a afirmação da cultura de cada um dos 270 grupos que vivem hoje no Brasil. São aproximadamente 370 mil índios que falam cerca de 180 línguas.
Mais do que abrigar, o Museu do Índio visa conservar, pesquisar e comunicar o seu acervo. Hoje, o Museu se apresenta como uma casa de informação e formação de novas opiniões e mentalidades. Acolhe pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e encontra nos índios a parceria ideal para a realização de projetos e eventos que envolvem a preservação e a difusão de suas culturas.
A instituição tem adotado novas estratégias de contato com o público. A disponibilizarão de informações pela internet, a criação dos espaços Museu das Aldeias e Muro do Museu para a realização de exposições e a ênfase no trabalho com as crianças colocam os visitantes diante de uma forma diferente de ver e de ordenar o mundo.

Cerâmica estatuária temático-figurativa.
Karajá (TO).
Possui rico acervo relativo à maioria das sociedades indígenas contemporâneas, constituído de 17 mil peças etnográficas; 24 mil 483 publicações nacionais e estrangeiras especializadas em Etnologia e áreas afins na Biblioteca Marechal Rondon, uma das mais completas e especializadas da América do Sul em temática indígena; 68 mil 217 documentos audiovisuais em diversos tipos de suporte, parte já digitalizada e armazenada em CD-Roms; 138 mil e 44 documentos textuais de valor histórico sobre os diversos grupos indígenas e cerca de 200 filmes, vídeos e gravações sonoras.
Para a instituição, conservar é preservar o patrimônio cultural, a memória, a história. Diversas ações têm sido realizadas nesse sentido, como a inauguração de laboratórios, a reforma das reservas técnicas e a digitalização do acervo.
Os projetos da instituição buscam associar entretenimento, educação e estudo.O Museu do Índio transformou-se em forte referência para pesquisadores e interessados na questão indígena, tendo contribuído com expressivos avanços para o campo de museus etnográficos brasileiros.
O museu do índio se encontra disponível na internet com muitas coisas interessantes ,como o catalogo de serviços que o oferece um serviço ao usuário em pesquisar termos indígenas como também conhecer os nomes das famílias indígenas.
Para visitar o site museu do índio, clique aqui.
Sua História:
O Museu do Índio, órgão científico-cultural da Fundação Nacional do Índio (Funai), foi criado por Darcy Ribeiro, no bairro do Maracanã, no Rio de Janeiro, em 1953. É a única instituição oficial no país exclusivamente dedicada às culturas indígenas.
Em 1978, o Museu do Índio mudou-se do casarão, na Rua Mata Machado, para o espaço atual, na Rua das Palmeiras, em Botafogo: um prédio do século XIX, construído por João Rodrigues Teixeira, empresário da indústria alimentícia do Rio de Janeiro, para sua residência. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a construção é exemplar arquitetônico representativo do período de urbanização do bairro.
O Museu do Índio organiza mostras temporárias de peças e fotos, utilizando o acervo guardado em suas reservas técnicas. Existem, ainda, nos jardins da instituição, duas ambientações: Casa de Reza Guarani e a Jurá, habitação tradicional Wajãpi.
Como chegar?
O Museu do Índio fica na rua das Palmeiras, 55 Botafogo
CEP 22270-070 Rio de Janeiro, RJ – BRASIL
Tels.: 2286-8899 / 2286-2097
Fax: 2286-0845

Acesso e Estacionamento
Não há área de estacionamento disponível a visitantes, somente aos funcionários e sócios beneméritos da Sociedade de Amigos do Museu do Índio – SAMI.
É possível o acesso ao Museu por:
Metrô:
-Linha 1, Estação Botafogo
-Informações (Metrô) 2296-6116
Ônibus:
- Do Centro:
178 (linha Rodoviária-Hotel Nacional),
136 (linha Rodoviária-Copacabana, passando pela Av. Presidente Vargas, Flamengo e rua São Clemente, em Botafogo) e
172 (linha Rodoviária-Leblon).
- Da Zona Norte:
409 (linha Saens Peña-Horto, passando pela rua São Clemente, em Botafogo) e
410 (linha Saens Peña-Leblon, passando por Flamengo e rua São Clemente).
- Da Zona Sul:
522 (linha Vidigal-Metrô Botafogo, circular por Leblon, Ipanema, Copacabana e Jardim Botânico) e
511 , 512 (passam pela rua Voluntários da Pátria).
Mais informações: Alô Rio Tel.: (021) 2542-8080


Comunidade Raiz.
Cultura de origen!

