Raiz Cultura blog!
Raiz Cultura blog! ajuda a resgatar a cultura de raiz e a ancestralidade do nosso povo!Arquivo para Setembro, 2008
O MISTÉRIO DAS FITAS NA UMBANDA
Por Rubens Saraceni
1. Existem na criação, irradiações Divinas que se assemelham a “FITAS” (a venda no comércio), devido a similaridade de largura, e usadas em trabalhos de magia. Ao se falar em Mistério das 7 Fitas Sagradas, referimo-nos a este tipo de irradiação Divina cujas faixas estreitas tem as mais variadas cores, e por trazerem dentro de si, vibrações das mais diversas possíveis, e por transportarem muitos fatores, quando são direcionadas magisticamente, realizam trabalhos importantíssimos tanto positivos quanto negativos. Estas “Fitas Divinas” são, na verdade, a fusão ou o entrelaçamento de ondas vibratórias que criam aos olhos dos seus observadores, a impressão de que estão vendo fitas coloridas.
Curiosidade – Receitas Ancestrais,povo verdadeiro,antigos “brasileiros”
Os primeiros indígenas que provaram a comida de branco não gostaram.
Dois deles, levados à nau capitânia e recebidos pelo próprio Pedro Álvares Cabral com muito prazer e festa, provaram o pão, peixe cozido, confeito, farteis (“massa de doce mais ou menos delicada, envolta numa capa de massa”, segundo a definição do Dicionário de Morais), mel, figos secos.
A história do perfume da antiguidade até 1900 PART 1
A busca pelo divino marca a história do homem. Os mais antigos cheiros conhecidos são os da fumaça que exalava da queima de madeiras, especiarias, ervas e incensos. Essa prática explica a origem latina da palavra perfume: per (através) e fumum (fumaça), através da fumaça. A origem do perfume se deu a partir de 3.000 a.C., no esplendor da civilização egípcia. Os egípcios eram politeístas, ou seja, adoravam vários deuses, e os homenageavam em ricos rituais.
Cultura Umbandista.
Toda a pessoa que escuta esta frase: “Você tem que vestir branco, e precisa desenvolver a sua mediunidade”. Pronto! Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imaginando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando “consulta”… Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar? Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclarecimento neste momento único e delicado de transição dos seus valores religiosos, e principalmente de doutrina, acrescido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritualidade) e precisa ser cuidado com amor. Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é conseguido através do estudo, movido pela paciência, humildade e fé, pois só assim conseguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada. Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, danças, roupa branca, etc…
Ervas de oxum.
Salve turminha das ervas e do Amor à natureza.
Quero agradecer de muito coração as manifestações em relação ao nosso texto do mês passado, muitíssimo obrigado pela repercussão.
Todos nós temos, principalmente nós que escrevemos ou formamos opinião ao público, religioso ou não, a necessidade da opinião pública, sobre as questões colocadas a partir de nosso ponto de vista. É pela diversidade que aprendemos, que crescemos e evoluímos.
Costumo dizer que nunca aprendi nada com quem somente concordou comigo.
O aprendizado é contínuo, e muitos acontecimentos em nossa vida estão ligados a essa força de aprendizado.
Nossas percepções vão melhorando a cada dia, e só não aprendem os que acham que já sabem tudo, ou os preguiçosos, que acreditam que tudo cai do céu ou que “seus guias” sempre estarão prontos e disponíveis quando convier a seus médiuns.







Comunidade Raiz.
Cultura de origen!

