Raiz Cultura blog!

Raiz Cultura blog! ajuda a resgatar a cultura de raiz e a ancestralidade do nosso povo!

Arquivo para setembro, 2008

O MISTÉRIO DAS FITAS NA UMBANDA

Por Rubens Saraceni

1. Existem na cria­ção, irradiações Divinas que se assemelham a “FITAS” (a venda no comércio), devido a similaridade de largura, e usadas em trabalhos de magia. Ao se falar em Mistério das 7 Fitas Sagradas, referimo-nos a este tipo de irradiação Divina cujas faixas estreitas tem as mais variadas cores, e por trazerem dentro de si, vi­brações das mais diversas possíveis, e por transportarem muitos fatores, quando são direcionadas magisticamente, realizam trabalhos importantíssimos tanto positivos quanto negativos. Estas “Fitas Divinas” são, na verdade, a fusão ou o entrelaçamento de ondas vibratórias que criam aos olhos dos seus observadores, a impressão de que estão vendo fitas coloridas.

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Resgate ao Tupi

Segundo o site do Wikipédia o Tupi é uma língua indígena extinta, originária do povo Tupinambá, que teve sua gramática estudada pelos jesuítas, e que deu origem a dois dialetos, hoje considerados línguas independentes: a Língua Geral Paulista, e o Nheengatu (Língua Geral Amazônica). Esta última ainda é falada até hoje na Amazônia.

Vários nomes tupis que encontramos na geografia brasileira, nas denominações dos animais, plantas etc., são quase sempre descrições das coisas a que se referem e envolvem uma explicação inteira. Cada palavra é uma verdadeira frase, o que, aliás, é um dos grandes prazeres do estudo da língua. Decifrar o significado das palavras, recorrendo, inclusive, a uma visita ao local. Um bom exemplo disso é: Paranapiacaba = paraná + epiak + -(s)aba, “mar” + “ver” + “lugar onde” = “lugar de onde se vê o mar”.

A língua Tupi é aglutinante, não possui artigos (assim como o Latim) e não flexiona em gênero nem em número.

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Curiosidade – Receitas Ancestrais,povo verdadeiro,antigos “brasileiros”

Os primeiros indígenas que provaram a comida de branco não gostaram.

Dois deles, levados à nau capitânia e recebidos pelo próprio Pedro Álvares Cabral com muito prazer e festa, provaram o pão, peixe cozido, confeito, farteis (“massa de doce mais ou menos delicada, envolta numa capa de massa”, segundo a definição do Dicionário de Morais), mel, figos secos.

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A história do perfume da antiguidade até 1900 PART 1

A busca pelo divino marca a história do homem. Os mais antigos cheiros conhecidos são os da fumaça que exalava da queima de madeiras, especiarias, ervas e incensos. Essa prática explica a origem latina da palavra perfume: per (através) e fumum (fumaça), através da fumaça. A origem do perfume se deu a partir de 3.000 a.C., no esplendor da civilização egípcia. Os egípcios eram politeístas, ou seja, adoravam vários deuses, e os homenageavam em ricos rituais.

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Cultura Umbandista.

Toda a pessoa que escuta es­ta frase: “Você tem que vestir bran­co, e precisa de­sen­volver a sua mediuni­dade”.  Pronto! Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imagi­nando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando  “consulta”… Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar?  Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclareci­mento neste mo­mento único e delicado de transição dos seus valores reli­gio­sos, e principalmente de doutrina, acres­cido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritua­lidade) e precisa ser cuidado com amor. Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é con­seguido através do estudo, movido pela paciên­cia, humildade e fé, pois só assim con­seguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada.  Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, dan­ças, roupa branca, etc…

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Ervas de oxum.

Salve turminha das er­vas e do Amor à na­tu­reza.

Quero agradecer de muito coração as manifestações em relação ao nosso texto do mês passado, muitíssimo obrigado pela repercussão.

Todos nós temos, principalmente nós que escrevemos ou formamos opinião ao pú­blico, religioso ou não, a necessidade da opinião pública, sobre as questões co­locadas a partir de nosso ponto de vista. É pela diversidade que aprendemos, que cres­cemos e evoluímos.

Costumo dizer que nunca aprendi nada com quem somente concordou comigo.

O aprendizado é contínuo, e muitos acon­tecimentos em nossa vida estão liga­dos a essa força de aprendizado.

Nossas percepções vão melhorando a cada dia, e só não aprendem os que acham que já sa­bem tudo, ou os preguiçosos, que acre­ditam que tudo cai do céu ou que “seus gui­as” sempre estarão prontos e dis­poníveis quando convier a seus médiuns.

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