Raiz Cultura blog!

Raiz Cultura blog! ajuda a resgatar a cultura de raiz e a ancestralidade do nosso povo!

Arquivo para indios

Tupis!

indescra

“Vosso povo viverá em rixas e se

espalhará por tribos dispersas por toda a

extensão da terra selvagem e áspera que

vos espera. Sofrereis por muitas e

muitas gerações a perseguição de

povos estrangeiros vindos de fora e se

abaterá sobre vós a tirania e a desgraça e

até que venha a união de vossas

tribos muito tempo se passará”


A profecia de Sumé, pai de Seussy, gênio lendário que, vindo dos mares, passou um tempo entre os tupis quando da fundação da grande Nação Tupi, viria a se concretizar. A tragédia do povo Tupi, que se iniciou naquele ano de 1500, prolonga-se dolorosamente até hoje.

Estudos bem fundamentados demonstram que os tupis habitaram originalmente a região do atual Estado do Amazonas, tendo permanecido por longo tempo na margem meridional (sul) do rio Amazonas. Estas tribos, que sempre foram nômades, iniciaram uma trajetória em direção à foz do rio Amazonas e de lá pelo litoral para o sul. Supõe-se que esta migração, que teria também ocorrido, em menor grau, pelo continente adentro, no sentido norte-sul, tenha se iniciado há cerca de 1.500 anos.

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índios dos Andes e da América!

bolivianos

Ìndios Fazem Devolução da BíbliaEm 1985 – Para João Paulo II

LA PAZ – Os índios dos Andes e da América decidiram “aproveitar a vi­sita” do Papa João Paulo para devolver-lhe a Bíblia, pois, “em cinco séculos, ela não nos deu nem amor, nem paz, nem justiça”, segundo uma carta de dirigen­tes indígenas bolivianos enviada ao Sumo Pontífice. “Por favor, leve a sua Bíblia e a dê aos nossos opressores, cu­jos corações e cérebros precisam mais de seus preceitos morais”, acres­centam os índios na carta enviada ao Papa, que foi divulgada ontem em La Paz, assinada por Máximo Flores, do Movimento Índio do Kallasuyo (Aymara) e Evmo Valeriano, do Partido Índio (Ay­mara) e Ramiro Reynaga, do Movi­mento Índio Tupac Katari (Kheswa), representando as comunidades da Bolívia e do Peru.

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Krahô!

kraho

Em 1930 os Krahó indagados pelo etnólogo Curt Nimuendajú traduziram seu nome como “pêlo (hô) de paca (cra)”.

Três décadas depois, indivíduos dessa mesma etnia discordavam dessa tradução, afirmando que Krahó era nome de origem civilizada. A forma usual de grafar o nome deste povo, “Krahó”, se deve a uma interpretação inadequada dos sinais diacríticos utilizados por Nimuendajú. Essa forma se difundiu nos textos etnológicos, está presente nos nomes pessoais dos indígenas para uso na sociedade envolvente e até nos títulos dos livros publicados pelos índios; por isso é adotada no presente texto. Ironicamente, a forma “Craô”, mais ajustada à pronúncia, é compatível tanto com a ortografia oficial brasileira quanto com a grafia atualmente utilizada pelos Krahó para escreverem na sua língua.

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Resgate ao Tupi

Segundo o site do Wikipédia o Tupi é uma língua indígena extinta, originária do povo Tupinambá, que teve sua gramática estudada pelos jesuítas, e que deu origem a dois dialetos, hoje considerados línguas independentes: a Língua Geral Paulista, e o Nheengatu (Língua Geral Amazônica). Esta última ainda é falada até hoje na Amazônia.

Vários nomes tupis que encontramos na geografia brasileira, nas denominações dos animais, plantas etc., são quase sempre descrições das coisas a que se referem e envolvem uma explicação inteira. Cada palavra é uma verdadeira frase, o que, aliás, é um dos grandes prazeres do estudo da língua. Decifrar o significado das palavras, recorrendo, inclusive, a uma visita ao local. Um bom exemplo disso é: Paranapiacaba = paraná + epiak + -(s)aba, “mar” + “ver” + “lugar onde” = “lugar de onde se vê o mar”.

A língua Tupi é aglutinante, não possui artigos (assim como o Latim) e não flexiona em gênero nem em número.

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O homem.

(Prece Indígena – Tradução e adaptação do Livro By San Etioy)

Um homem sussurou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar
Mas o homem não ouviu.
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Introdução a uma história indigena.

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Como eram e são tão bárbaros, e destituídos da razão, não trataram de Escritura, ou de outros, monumentos em que recomendassem à posteridade as suas Histórias para que dela víssemos os seus Principados, alianças, Pazes, e discórdias de soberanos, sucessos de Estados, conquistas de Províncias, defensas de Praças, admirássemos vitórias e perdas de Batalhas, e todo o memorável com que a fortuna e a política vão sempre, com os séculos, acrescentando às Histórias das Monarquias. Por esta Cauza, ignoramos o que se conhece de todas as outras Nações do Mundo […]

(Ignácio Barboza Machado,
Exercícios de Marte, 1725, fol. 90.)

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Você sabia?

 

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Respondendo perguntas….

O que é o Raiz Cultura?
Qual é a missão do projeto?

 

Raiz Cultura é um projeto social que consiste em valorizar as nossas tradições culturais que compõem o nosso patrimônio material e a nossa identidade como povo brasileiro, como o cavalo piancó, o bumba-meu-boi, o pagode do mimbó, o teatro e a dança,lendas indígenas, aboiadores, baianas, capoeira regional e de angola, bumba-meu-boi, vaqueiros encourados, burrinha, maculelê, fanfarra, samba-de-roda, reisado, grupos musicais e bandinhas típicas.

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