Raiz Cultura blog!

Raiz Cultura blog! ajuda a resgatar a cultura de raiz e a ancestralidade do nosso povo!

Arquivo de Cultura Popular Brasileira!

Operação Mentira – Gripes da moda!

No mundo, todos os anos morrem dois milhões de pessoas vítimas da malária, que poderia ser prevenida com um simples mosquiteiro. E a mídia não diz NADA.

Sarampo, pneumonia, doenças curáveis com vacinas baratas, causam a morte de dez milhões de pessoas no mundo todos os anos. E essas notícias não são divulgadas.

Mas há alguns anos atrás, quando a gripe aviária surgiu, inundaram o mundo de notícias, sinais de alarme…
Uma epidemia, a mais perigosa de todas! Uma pandemia! Só ouvia da terrível doença das galinhas.

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Concurso Raiz!Participe!

concurso de poesias

Raiz Cultura convida todos os poetas e escritores a participarem do 1º CONCURSO DE CONTOS & CRONICAS & POESIAS !

O tema é livre.

O Prêmio tem por objetivo descobrir novos talentos dentro da
blogosfera e promover a arte & literatura  brasileira.

Inscrições somente pela Internet.

METODOLOGIA:
Acessando o site do Grupo Raiz Cultura– www.raizcultura.com.br,
poderão participar todos os poetas e escritores com idade superior a
7(sete) anos, com poesias,crônicas e contos de suas próprias autorias.

As poesias,contos & crônicas (mais de uma, se preferir) deverão ser
enviadas para o e-mail concurso@raizcultura.com.br .

Todos os participantes deverão enviar identificação (nome e sobrenome)
, local e data de nascimento e endereço completo(inclusive e-mail). Se
houver falta de um dos dados solicitados, automaticamente a(s)
poesia(s) e o respectivo autor será desclassificado.

A Comissão Julgadora irá classificar os melhores trabalhos que serão
publicados na Revista Raiz Cultura, que tem circulação nacional e
internacional.
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Krahô!

kraho

Em 1930 os Krahó indagados pelo etnólogo Curt Nimuendajú traduziram seu nome como “pêlo (hô) de paca (cra)”.

Três décadas depois, indivíduos dessa mesma etnia discordavam dessa tradução, afirmando que Krahó era nome de origem civilizada. A forma usual de grafar o nome deste povo, “Krahó”, se deve a uma interpretação inadequada dos sinais diacríticos utilizados por Nimuendajú. Essa forma se difundiu nos textos etnológicos, está presente nos nomes pessoais dos indígenas para uso na sociedade envolvente e até nos títulos dos livros publicados pelos índios; por isso é adotada no presente texto. Ironicamente, a forma “Craô”, mais ajustada à pronúncia, é compatível tanto com a ortografia oficial brasileira quanto com a grafia atualmente utilizada pelos Krahó para escreverem na sua língua.

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Curiosidade – Receitas Ancestrais,povo verdadeiro,antigos “brasileiros”

Os primeiros indígenas que provaram a comida de branco não gostaram.

Dois deles, levados à nau capitânia e recebidos pelo próprio Pedro Álvares Cabral com muito prazer e festa, provaram o pão, peixe cozido, confeito, farteis (“massa de doce mais ou menos delicada, envolta numa capa de massa”, segundo a definição do Dicionário de Morais), mel, figos secos.

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Cultura Umbandista.

Toda a pessoa que escuta es­ta frase: “Você tem que vestir bran­co, e precisa de­sen­volver a sua mediuni­dade”.  Pronto! Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imagi­nando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando  “consulta”… Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar?  Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclareci­mento neste mo­mento único e delicado de transição dos seus valores reli­gio­sos, e principalmente de doutrina, acres­cido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritua­lidade) e precisa ser cuidado com amor. Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é con­seguido através do estudo, movido pela paciên­cia, humildade e fé, pois só assim con­seguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada.  Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, dan­ças, roupa branca, etc…

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Pão nosso de cada dia!

Os povos pré-históricos provavelmente iniciaram a produzir pão há cerca de 10.000 anos atrás. Inicialmente, na antiga Mesopotâmia, as pessoas utilizavam pedras para moer os grãos, misturando com água e então coziam a mistura sobre o fogo. Os arqueologistas encontraram pão nas ruínas de um vilarejo a beira de um lago da Suíça, onde habitavam pessoas cerca de 4.000 anos atrás. Uma cesta de pão que foi assada há 3.500 anos foi encontrada no local onde havia sido enterrada, em uma tumba em Tebas, no Egito.

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Lampião por ele mesmo…

Lampião, durante sua visita a Juazeiro do Norte, para onde se dirigira a convite do padre Cícero Romão, para integrar o Batalhão Patriótico no combate à coluna Prestes, foi entrevistado pelo médico de Crato, Dr. Octacílio Macêdo. Naquela ocasião, como dissemos anteriormente, Lampião estava hospedado no sobrado de João Mendes de Oliveira e, durante a entrevista, foi várias vezes à janela, atirando moedas para o povo que se aglomerava na rua.

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